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Passeio que Luís Giffoni recomenda em março: 'Sol do Caribe'

01 de Março de 2017 | Colunas

Foto: Pixabay

Ainda dá tempo. As chuvas só chegam em maio. Até lá, é só curtição: areia branca, fofa, com textura de arroz moído, azul do mar que se transforma em verde, turquesa, azul de novo – e ainda se enfeita com um pequeno colar de espuma. O céu provavelmente esta­rá sem nuvens; a temperatura, ao redor dos 25º C. As ondas não ameaçarão a segurança das crianças – elas podem se divertir o dia inteiro na praia. 

O visual é de cinema, pra nin­guém botar defeito. Você não pre­cisa se preocupar com a mochila, os óculos ou a bolsa. Assim é Punta Cana, na República Dominicana, a Ilha do Caribe onde Colombo aportou. Fica ali, a seis horas de voo, com saída de Belo Horizonte. Sem escalas. Um pulinho – mineiramente falando. 

Em Punta Cana, enquanto você curte a praia, ao sol ou numa das barracas, deitado numa cama ma­cia, o serviço de comes e bebes não para. Ele vem até você. All inclusive. Do bom e do melhor, sem restrição. Lagosta não falta, nem sequer um bom uísque. Ou uma margarita. Ou um sorvete. Ou um tira-gosto. O dia inteiro. Na praia, nos restaurantes ou no apartamento. 

A diversão tampouco termina. Das brincadeiras às lições sobre a vida marinha, há de tudo um pou­co. Se preferir, existem voos de pa­rapente. Ou visitas a um minizooló­gico, ao lado de flamingos, iguanas, pavões, coelhos, patos... Ou cami­nhadas pelas pequenas reservas florestais ou pela areia. Ou visitas do lado caribenho ou do Atlântico, águas que se fundem nessa ponta do país. Ou nadar nas piscinas na­turais, no meio do mar, alcançadas num enorme catamarã. Mergulhos com snorkel não faltam. 

As crianças podem passar todo o dia, se quiserem, no espaço exclusivo delas. Monitores, jogos, brincadeiras, teatro, danças, refeições balancea­das as ocuparão. Farão amizade com outras crianças vindas da França, Es­tados Unidos, da Rússia, da Inglater­ra... e, juntas, montarão shows para a plateia de pais. Será, provavelmente, a estreia delas num palco internacio­nal. Ao final do dia, cansadas e felizes, dormirão depressa para que o novo dia traga ainda mais novidades. 

Você se assustará com o preço. Positivamente. É bem menos do que se espera, se comparado aos re­sorts nacionais. E a distância... Bem, a distância é um pulinho. Fica ali. Mineiramente falando. 

 

 

Luís Giffoni

LUÍS GIFFONI

 é cronista, romancista e palestrante. Autor de 26 livros, tem nas viagens uma de suas paixões. Nelas aprende a diversidade do mundo e das pessoas, experiência que acaba traduzindo em suas obras. Neste espaço, dá dicas sobre como aproveitar o mundo com os pequenos. 

Contato: giffoni@cangurubh.com.br